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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Natal sem neve

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Winter Wonderland. O Regresso

Feliz Natal! Outro Natal, outra canção. Já é tradição neste blog.



terça-feira, 12 de novembro de 2013

"There is nothing behind me and I'm already a has-been"


Nos últimos tempos, tenho ido cada vez mais buscar à minha colecção alguns discos que já não ouvia há algum tempo. Já falei disso aqui antes. São os sinais da idade, a adrenalina da descoberta de algo novo substituída pelo conforto da nostalgia. Esta é uma nostalgia de tempos não vividos, saudades não só da música que fez a minha adolescência, mas também da de outras juventudes que não a minha. Isto não é algo novo; se perguntassem ao meu eu de 15 anos quais as suas bandas preferidas, a resposta imediata seria The Beatles e The Smiths, apesar de ter nascido nos anos 80. Hoje a minha resposta seria mais ou menos igual (por falar nisso, o que achaste da autobiografia de Morrissey, K?).
Mas não é destes dois grupos que venho aqui falar. Nunca parei de os ouvir ao longo dos anos. Venho falar dos Buzzcocks e de duas gravações que voltaram a estar em rotação contínua no meu mp3, a compilação Singles Going Steady (1979) e o EP Spiral Scratch (1977). Estes dois discos representam duas fases distintas da banda, com Singles representando o alinhamento clássico, que nos deu canções como Ever Fallen in Love, e Spiral Scratch o alinhamento original, ainda com Howard Devoto.
A banda criada por Devoto e Pete Shelley quando estudantes em Bolton será sempre uma das minhas preferidas do punk inglês dos 70s. Spiral Scratch foi a única gravação de Devoto com a banda que criou (muito posteriormente recomeçou a colaborar com Shelley e em 2012 juntou-se aos Buzzcocks em concerto). Este EP é historicamente importante por ter sido a primeira auto-edição feita por uma banda, sem um contrato com uma editora discográfica. É a ideia do "do it yourself" que caracterizava o punk posta em prática, abrindo o precedente e cimentando a ideia que qualquer um pode produzir a sua própria música.
Se tivermos em conta o trabalho posterior de Devoto com a sua segunda banda, os Magazine, assim como o trabalho de Shelley com os Buzzcocks, torna-se óbvio que os dois tinham sensibilidades diferentes e que os seus percursos iriam necessariamente divergir a determinado ponto. Existe aquele lugar-comum sobre Devoto o intelectual e Shelley o trovador, e se isso diz algo sobre as suas vozes muito particulares, é um distinção algo simplista. Ambos acabariam por ter uma enorme influência sobre as gerações seguintes de músicos, cada um da sua forma. Muitas vezes, as bandas que os seguiram ou mesmo copiaram (ouçam North American Scum dos LCD Soundsystem e digam-me que não é a mais descarada cópia de Homosapien, trabalho a solo de Pete Shelley) acabaram por ter muito mais êxito comercial do que eles, o que não deixa de ser frustrante. No entanto, parafraseando Shelley, a influência dos Buzzcocks (e dos Magazine) é mais importante que qualquer fortuna milionária.
Deixo aqui duas canções. Primeiro fica Boredom de Spiral Scratch, com Devoto na voz e Shelley em backing vocals. Em segundo, I Don't Mind, single do alinhamento clássico dos Buzzcocks, já com Shelley como voz principal.





Maria Braun

domingo, 27 de outubro de 2013

Para Lou

Neste momento tão triste.




Maria Braun

domingo, 29 de setembro de 2013

Já que estou aqui sozinha...

Tenho de animar o blog.




Maria Braun

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Os Dois Lados

But now old friends are acting strange
They shake their heads, they say I've changed
Well something's lost, but something's gained
In living every day

 
Foi esta a canção que encerrou o último episódio da sexta série de Mad Men, a versão de Judy Collins da famosa Both Sides Now, de Joni Mitchell. A parte da letra que cito acima é uma descrição perfeita da situação de Don Draper neste final. No momento em que a sua verdadeira persona começa a emergir, os seus sócios e amigos afastam-se (e afastam-no a ele). É o início da redenção mencionada no post anterior. Como escreve Joni Mitchell, perde-se algo mas também se ganha. Neste caso, o que se ganha pode ser bem mais valioso do que aquilo que se perdeu.
 
 



Maria Braun

terça-feira, 4 de junho de 2013

Mr. Met





Não liguei ao último disco dos Lambchop, que saiu no ano passado. Mas há poucos dias apanhei no Is a Woman e pu-lo a tocar. Soube-me mesmo bem. Fui então ouvir Mr. M e gostei. O disco está a crescer e a minha ideia de que Kurt Wagner se tornara chato a ir por água abaixo. Talvez esta seja uma daquelas bandas velhas que me vai acompanhar nos próximos tempos.


K. Douglas



Oh, sweet thing




O novo disco dos Vampire Weekend é bem porreiro. É um disco perfeito para estar na esplanada da minha rua a beber uma ou duas cervejas. Não acho que seja substancialmente diferente dos anteriores mas, é certo, é mais introspectivo e agridoce, por assim dizer. Para além de Ya Hey, gosto de Don't Lie, Step e Finger Back.

K. Douglas

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Trouble Will Find Me


The National, Trouble Will Find Me


Forço-me a escrever sobre Trouble Will Find Me, o novo disco dos National. Foi um disco pelo qual esperei ansiosamente. Ouvi muito o High Violet, um disco pelo qual me apaixonei à primeira vista. Aquelas canções (Terrible Love, Sorrow, Anyone's Ghost, Little Faith, Bloodbuzz Ohio, Conversation 16, Vanderlyle Crybaby Geeks) foram direitas ao meu coração e ocuparam por inteiro as aurículas, os ventrículos e fizeram a grande circulação. Posso dizer que criei uma relação de intimidade com elas – eram minhas e ocupavam-me por inteiro – e reforcei o meu gosto pelos discos anteriores, onde descobri grandes canções, quando tinha passado por elas como cão em vinha vindimada (já disse que Boxer é um disco perfeito de uma ponta à outra? Que Alligator tem canções perfeitas como The Geese of Beverly Road, Lit Up, A Friend of Mine, para não falar de Mr. November, Abel e de All the Wine?). Assim, perante esta descrição, talvez se possa imaginar a minha expectativa.

Essa mesma expectativa ficou longe de ser preenchida com as primeiras audições de Trouble Will Find Me. Já ouvira antes Demons e tinha-me sabido a pouco, para alguma tristeza minha. E agora, ao ouvir o disco, não sentia nada daquela sensação de entrega a um disco como escrevi em cima. Mas os National têm destas coisas. Quando ouvi o Alligator pelas primeiras vezes, disse a amigos: “Não percebo o que é que vocês vêem nestes gajos. São genéricos e aborrecidos.” Posso dizer que engoli cada uma destas palavras com grande satisfação. Não, não são genéricos e aborrecidos. Escrevem versos como: “Hey, love, we’ll get away with it/ We’ll run like we’re awesome, totally genius/ Hey, love, we’ll get away with it / We’ll run like we’re awesome / We won’t be disappointed / We’ll fight like girls for our place at the table / Our room on the floor “ (The Geese of Beverly Road) ou: "Tip-toe through our shiny city / With our diamond slippers on / Do our gay ballet on ice / Blue birds on our shoulders” (Fake Empire) ou ainda: “I'm a confident liar / Had my head in the oven so you'd know where I'll be /I'll try to be more romantic / I want to believe in everything you believe / I was less than amazing /Do not know what all the troubles are for / Fall asleep in your branches /You're the only thing I ever want anymore” (esplendorosa Conversation 16). E compõem canções rock como Mistaken for Strangers, Secret Meeting, Mr. November, Terrible Love, Bloodbuzz Ohio ou litanias acabrunhadas como Green Gloves ou a única Slow Show - "I wanna hurry home to you /Put on a slow dumb show for you / And crack you up / So you can put a blue ribbon on my brain / God I’m very, very frightened /I’ll overdo it".

As canções de Trouble Will Find Me não são diferentes das anteriores. O novo disco é claramente um disco de National. Talvez o disco mais diferente seja mesmo High Violet. Demons é claramente descendente deste. Aquela orquestra abafada, como a pulsar no interior da nossa pele, faz lembrar Sorrow, ainda que esta, na minha opinião, tenha um efeito mais eficaz. Sea of Love também está na continuidade de algumas canções que apontei em cima, como Abel. É uma boa canção, com as guitarras a meterem-se naturalmente no nosso corpo para se suspenderem por algum tempo no nosso interior com esta verdade: "If  I stay here, trouble will find me / If I stay here, I'll never leave / If I stay here, trouble will find me / I believe". Graceless também é uma boa canção, que poderia fazer parte de um disco como Boxer, assim como Don't Swallow the Cap. A vida de Berninger parece estar sempre em cima da mesa, sem saber o que fazer com ela. O que me parece destes registos é que são mais contidos e polidos. A própria banda fala de um equilíbrio e paz na composição do disco. Mas eu encolho os ombros a isso. Lamento, rapazes. 

A canção que mais me conquistou do novo disco responde pelo nome de Pink Rabbits. É uma balada romântica. Dito assim, não soa bem. Mas o piano e a bateria marcam o passo, com a voz embargada de Berninger a embalar as sensações. É completamente imediata - cinemática - e tem estes versos maravilhosos: 

I was solid gold I was in the fight
I was coming back from what seemed like a ruin
I couldn't see you coming so far
I just turn around and there you are

I'm so surprised you want to dance with me now
I was just getting used to living life without you around
I'm so surprised you want to dance with me now
You always said I held you way too high off the ground

You didn't see me I was falling apart
I was a white girl in a crowd of white girls in the park
You didn't see me I was falling apart
I was a television version of a person with a broken heart


Há uma série de imagens recorrentes nas canções dos National. Por exemplo, os bolos são uma presença regular, assim como os pássaros e, claro, as raparigas. Isto pode ser assunto para um outro post. O que interessa agora é Trouble Will Find Me. E o que posso dizer é que é um bom disco e que o vou ouvir muitas vezes. E acredito que estas canções têm o poder de conquistar o ouvinte - não por hábito, mas por mérito próprio; por terem força e por conseguirem mostrar-se de outras maneiras ( I Should Live in Salt, a canção que abre o disco é um bom exemplo do quero dizer), levando-nos a abraçar as colunas durante horas, roubando uma imagem da minha adorada Apartment Story.

K. Douglas



terça-feira, 21 de maio de 2013

And the Beat Goes On...

As mesmas décadas, diferentes sons. Primeiro a rainha do blues nos anos 20, Bessie Smith, com Tain't Nobody Business If I Do. Segue-se o mítico Robert Johnson, o tal do pacto com o Diabo e figura essencial do Delta Blues nos anos 30, com a sua canção mais icónica, Cross Road Blues.
 





Maria Braun

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Os Originais

Do pastiche para os originais. Exemplos de música do período, numa espécie de espreitadela na minha playlist. Por ordem: orquestra de Jack Hylton com You’re the Cream in My Coffee (1928), o clássico de Cole Porter Let’s Misbehave por Irving Aaronson (1928) e, finalmente, a orquestra de Paul Whiteman com Happy Feet (1930).




Maria Braun

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Roaring Twenties (and Thirties)

Uma das mais felizes descobertas que o canal Arte me proporcionou nos últimos anos foi o músico alemão Max Raabe. Ele recria, com a sua orquestra, canções das décadas de 20 e 30, do cabaret alemão do período aos standards americanos (e também algumas canções francesas), com grandes doses de humor, teatralidade e alienação brechtiana.
O facto de ter, desde há muito, muito tempo, uma paixão enorme por estas canções – surpreendi-me a mim própria ao descobrir que conhecia as letras completas das canções americanas e francesas que ele interpreta nos seus espectáculos ao vivo – torna-me no público-alvo de Raabe e da sua ironia.
Espero poder vê-lo ao vivo um destes dias. Até lá contento-me com os vídeos.





Maria Braun

terça-feira, 26 de março de 2013

Lembrando Marc

Não há uma razão particular para a publicação deste post. Electric Warrior é um dos álbuns a que regresso constantemente. É só isso.





Maria Braun

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal!



Maria Braun

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Músicas de 2012

Prometo publicar o meu top 10 dos filmes do ano, embora ainda não tenha visto tudo o queria. Entretanto, no que diz respeito a música, estou como o K; não ouvi muitos álbuns novos. Deixo aqui, no entanto, duas canções que saíram este ano e que têm estado em rotação no ipod.







Maria Braun

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Bloodbuzz Ohio



K.  Douglas

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Como um ballet do coração



O imaginário da América nunca exerceu grande poder sobre mim. Mas ontem, numa cadeira do S. Jorge, pensei como seria extraordinário poder visitar a América. Este foi, para mim, um dos ganhos de Apocalypse, a Bill Callahan Tour Film. A América é justamente o coração do filme. O espectador vê sequências da vastidão, do quotidiano, da diferença, intervaladas por actuações de Callahan. Algumas destas são justapostas, o que parece sublinhar a ideia do andar, do caminho que é feito. Apocalypse não se centra no lado privado de Callahan. Se o espectador está interessado nesses pormenores, o filme não o serve. Pouco se sabe sobre ele e, pelo menos para mim, isso não é relevante. A certa altura diz qualquer coisa como: "quando estou em palco estou no expoente da minha realidade". Pode soar a cliché, mas Callahan aparenta ser um homem que sabe usar as palavras certas. E as actuações são extraordinárias, de uma beleza firme e simples. Uma imagem que pode condensar esta beleza é a sequência onde se lança fogo de artifício no quintal de uma casa, como quem mostra que é possível transformar o quotidiano, o óbvio, em algo poético. Parece fácil e eficaz. Dito isto, Apocalypse não é um registo extraordinário, mas tem uma ideia - forma-se em constante acção, crescendo a partir das palavras do cantor sobre o movimento. Tem um momento menos feliz, aquando da actuação da maravilhosa Riding for the Feeling, que gera um pequeno esgar de troça. De resto, sai-se satisfeito da sala de cinema. 

K. Douglas

quarta-feira, 21 de julho de 2010

She’s alone in the new pollution

Há uns meses atrás a Sally tentou iniciar uma discussão sobre a música dos nossos anos de escola. Como na altura não participei, resolvi agora (será tarde demais?) juntar-me ao debate. Tal como a Sally, não tenho memórias negativas desses anos, muito pelo contrário. Tenho a noção de ter tido sorte por ter estudado, da primária ao fim do secundário, numa escola relativamente pequena, onde praticamente todos se conheciam e onde tínhamos os mesmos professores ano após ano e as turmas se mantinham inalteradas, numa continuidade maioritariamente positiva. Claro que havia as missas de Natal e de Páscoa na capela da escola, mas cedo percebi que podia facilmente escapar a esse tédio. Para ser sincera, sinto alguma nostalgia.
A música era algo essencial nessa altura, uma obsessão quase tão intensa quanto a literatura e o cinema. Lembro-me das idas à Bertrand para comprar revistas de música britânicas, algumas das quais ainda estão lá por casa. Um dos momentos mais relevantes foi para aí aos 12, a primeira vez que ouvi Parklife. Ou quando vi Beck pela primeira vez no Coliseu, lá para os idos de 98. Se olhar para os meus CDs e cassettes (sim, eu disse cassettes) da altura, encontro, para além dos já mencionados Blur e Beck, gente como Pulp, Pavement, Super Furry Animals, Suede, Nick Cave, Belle and Sebastian, Radiohead, Divine Comedy, Manics, Jeff Buckley, Mercury Rev e tantos mais. A britpop era uma paixão, desde os melhores até aos mais trashy – e acho que sabia diferenciá-los –, de Bluetones, passando por Supergrass até aos Sleeper (e ainda alguém se lembra dos terríveis Menswear?). Há canções que me transportam automaticamente para essa altura, como Girl From Mars dos Ash ou Connection dos Elastica.
Ainda há dias tive um momento nostálgico quando passaram na rádio uma canção que não ouvia há anos, Lump dos Presidents of the USA, porque há canções que são hoje e sempre parte de um momento no tempo, mesmo que, como nesse caso e noutros, sejam apenas canções que ouvíamos na rádio e que nunca chegámos a adquirir.
Aqui ficam cinco exemplos (mais ou menos aleatórios) da música dos 90s que fazem parte da minha banda sonora do liceu. Excluo os Blur e os Pulp porque já coloquei vários vídeos deles aqui no blog.

Bluetones, Slight Return


Ash, Girl From Mars


Supergrass, Alright


Beck, The New Pollution


Manic Street Preachers, A Design for Life




Maria Braun

terça-feira, 4 de maio de 2010

Crying at the kitchen sink

K. Douglas

quarta-feira, 31 de março de 2010

«On a bus stop in the town, "We Rule The School", Written for everyone to see and read»



Em primeiro lugar, Sally, aqui está um vídeo para ti e para o dia de hoje. Gosto muito desta canção e acho o vídeo muito bom. No que toca ao liceu, estamos longe um do outro. A escola secundária não é um espaço que se preste a saudades. No entanto, a música safa esses anos, nomeadamente os 16, 17 anos. Por essa altura, tive a sorte de me darem a conhecer algumas coisas de que gostei bastante e que, enfim, “definiram” o que ouço até hoje. Houve um Natal em que recebi o unplugged dos Nirvana e ouvi o Grace do Jeff Buckley. Mas foi nas férias de Verão do 11º ano para o 12ª ano que me gravaram duas k7s (deixem-me escrever assim) de 90 minutos que são das melhores coisas da minha adolescência. A primeira tinha no lado A Elliott Smith – XO e no lado B Belle and Sebastian – If you’re feeling sinister (quase que poderia dizer que fui das primeiras pessoas em Portugal a ouvir os Belle and Sebastian). A segunda tinha Mercury Rev – Deserter’s Songs e algumas canções de Sketches from my sweetheart the drunk de Buckley. Claro, falta referir os Tindersticks. O disco que recebi no dia em que fiz 18 anos foi o Bryter Layter do Nick Drake – How cool is that? Can you beat it? Ah! Falta referir uma compilação que me fizeram que tinha coisas como Red House Painters, Radiohead, Neutral Milk Hotel, Blur, Yo la Tengo, Low, Joy Division, etc. Enfim, não podia ter sido melhor.

K. Douglas